Viagem e aventura: histórias dos nossos Open World Travelers

Pedimos aos nossos embaixadores do programa Open World Travelers para compartilhar connosco a aventura mais louca, assustadora, divertida e extraordinária que eles tiveram em uma de suas viagens. Aventuras como experimentar um esporte radical, mergulhar em uma caverna subaquática, fazer encontros extraordinários com animais selvagens ou simplesmente algo que os tirou de sua zona de conforto. O que aconteceu, como eles se sentiram e por que os outros deveriam tentar em primeira pessoa? Vamos descobrir juntos!

1. “Presos” no rio Vltava – uma aventura em Praga

Foi aqui mesmo que tudo se passou

Foi aqui mesmo que tudo se passou. Foto: Sofia Moreira

Quando percebemos que a frase “não acontece só aos outros” é mesmo uma realidade! Eis uma aventura que, tão cedo, não vamos esquecer!

Num dos últimos dias de passeio pela bela cidade de Praga, decidimos alugar uma “gaivota a pedal”. Confesso que a empresa era um pouco estranha e escondida. Praticamente ninguém daquele lado do rio comprava passeios naquela empresa…mas lá comprámos o nosso. Estávamos longe de imaginar que a aventura ia ser bem maior do que podíamos pensar!

A viagem era de 1h e, durante boa parte do tempo, foi absolutamente maravilhosa! Foi já, só no regresso, na última curva, que ouvimos um barulho estranho. Os pedais deixaram de funcionar! A primeira reação foi rir (talvez de nervosismo), não acreditávamos no que nos estava a acontecer!

Após o choque inicial, percebemos que tínhamos de reagir (gritar? nadar? ligar? o que fazer?). Felizmente, ficámos debaixo da Ponte Carlos que estava cheia. Não seria difícil sair dali…pensámos! Pedimos ajuda! No início, as pessoas pensavam que estávamos a brincar – tiravam fotografias e repetiam constantemente “têm que pedalar”.

Durante 30min, nenhuma outra gaivota passou perto de nós e os barcos pensavam que estavámos a acenar para a foto. Estávamos a desesperar! Tanto que ponderámos ir a nado até à empresa para pedir ajuda. Até que, uma criança de cerca de 10 anos, percebeu e começou a chamar por ajuda: “Help! Help!”- dizia ele.

Após mais de meia hora à espera, os responsáveis pelas gaivotas foram-nos buscar! Finalmente!! Ainda hoje pensamos “Podia ter sido pior?” Podia! Se tivéssemos ficado no meio do rio…

Esta foi, sem dúvida nenhuma, uma das maiores aventuras que já vivemos fora de Portugal. Se repetíamos o passeio? Obviamente que sim!

Aventura contada por Sofia Moreira no Loving World Trips

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2. Sê aventureiro na Arrábida!

Viagem e aventura - o salto na Arrábida

Viagem e aventura – o salto na Arrábida. Foto: The Two Outsiders

Em nossas viagens, já tivemos aventuras malucas, assustadoras, mas também engraçadas. Então, gostaríamos de compartilhar uma delas contigo – a mais louca!

Bem, esta aqui é sem dúvida, a nossa aventura favorita e a prova de que nem sempre é preciso saires do país para divertires-te. No verão, fizemos uma viagem ao Parque Nacional da Arrábida em Setúbal, Portugal. Vimos praias paradisíacas, exploramos a mata, andámos e andámos. Mas, a melhor coisa aconteceu quando vimos um penhasco bem alto!

O Daniel olhou para mim e disse: “Nós poderíamos saltar daqui, certo?”, ao que eu imediatamente respondi que ele estava completamente louco, porque era ALTO! Depois de alguns minutos, decidimos ir lá dar uma olhadela. Não será surpresa, quando digo que rapidamente, a olhadela transformou-se no Daniel a pular, e depois lá fui eu!

Por isso, queremos dizer-te que, para te divertires, apenas dependes de ti e da tua vontade de te deixares levar pelas emoções. Se queres fazer algo, faz. Deixa a tua alma selvagem vir à tona. Sê aventureiro!

Aventura contada por Ana e Daniel no The Two Outsiders

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3. O Cristo Redentor visto de perto

O Cristo Redentor visto de cima

O Cristo Redentor visto de cima. Foto: Shutterstock / T photography

Uma das sensações mais fantásticas que tive, quando visitei o Rio de Janeiro, foi um passeio de helicóptero onde usufruí de um deslumbrante cenário da Cidade Maravilhosa.

Estava embevecida com tanta beleza quando, de repente, me aparece uma mão gigantesca ao lado – já me tinha esquecido do Cristo Redentor. Foi uma sensação fantástica!

Se fores ao Rio de Janeiro, e tiveres oportunidade, dá esta voltinha. Programa bem a tua viagem, porque vale mesmo a pena!

Confesso que não gostei do Rio de Janeiro quando lá cheguei, mas fui ficando encantada à medida que os dias foram passando. E isto fez-me lembrar Fernando Pessoa, ao fazer o anúncio a uma marca de bebidas gaseificadas que dizia: “Primeiro estranha-se, depois entranha-se”. Saí de lá rendida e espero voltar um dia.

Aventura contada por Sofia Martins no Just Go

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4. O dia em que fomos loucos… na Túrquia

A vista durante o percurso. Foto:

A vista durante o percurso. Foto: 365 dias no mundo

Alugámos um carro para as nossas férias e lá fomos visitar a Túrquia. Lá, encontrámos muitas operações STOP e muitas estações de serviço, que usávamos apenas para fazer compras nos outlets e para recarregar baterias.

Sem nos preocuparmos, chegámos à Riviera Turca. Passámos horas fechados no carro, a ver montanhas, encostas, pequenas localidades. Mas, quando é que tudo fica louco? Não atestámos o carro. Porquê? Porque há uma bomba a cada esquina, sim, nem todas têm gasóleo, mas são tantas que isso não é um problema – pensámos.

E a viagem prossegue, o combustível vai desaparecendo, mas “tudo controlado”(#soquenao). As bombas desaparecem, os desvios são grandes e nós continuamos sem atestar o carro. Sabemos que estamos perto de uma praia que queremos ver, mas será que arriscamos? O GPS diz que a bomba mais próxima é no sentido oposto, e provavelmente não dá para ir e voltar.

Conjugamos as informações e concluímos que a bomba mais próxima está a 200km! O computador de bordo diz-nos que temos combustível suficiente e nós prosseguimos, a subir e descer montanhas, entre curvas e contra-curvas, sempre com o gasóleo “controlado”. Entramos na reserva! Por precaução desligamos o ar condicionado e imaginamos como é que vamos encontrar ali alguém que fale inglês. Sabemos dizer gasóleo em turco, motorin, mas talvez não nos sirva de muito. A bomba está a 50km agora, mas e se não tem gasóleo? O sol começa a desaparecer entre as montanhas e lá tentamos confirmar se a informação que o GPS nos dá, mas a comunicação em inglês não é fácil.

Chegámos ao posto de combustível e… tem gasóleo! Alívio, conseguimos. Na verdade, nenhum dos dois acreditava, sabíamos que calharia ao Tiago ir comprar o gasóleo a pé se por acaso tudo corresse mal. Correu tudo “bem” e, de carro atestado, ficou-nos a lição, nunca deixar o carro com o tanque a menos de meio.

Aventura contada por Raquel e Tiago no 365 dias no mundo

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5. As minhas aventuras pelo mundo

Todas as aventuras vividas por ela.

Todas as aventuras vividas por ela. Foto: Mami Pereira

Então, a momondo desafiou-nos a contar qual a aventura mais louca, assustadora e divertida… Divertida só se foi depois! Mas assustadora tenho para encher um pires de caracóis (dos de 10€).

Ora bem será que foram aquelas viagens moçambicanas nos chapas do demónio ou aquele fast boat para Zanzibar em que quem não ia a chorar de medo, ia a vomitar? Será que foi aquele ataque de sanguessugas no Sri Lanka ou aquele tremor de terra chileno no acampamento? As tempestades no Uruguai ou atravessar a estrada em Hanoi? Os macacos doidos da Índia ou o vulcão de Antígua? Já sei, vou apontar o dedo à comida que me deixou de rastos; um arroz biryani, uma doblada mexicana, tudo na Bolívia; caril de gambas indiano, uma tom yum tailandesa, demasiado álcool martelado em vang vieng e sei lá que mais, semanalmente, só para fazer de mim uma moça com um peso decente, oh well, querem melhor?

De aventuras as viagens da Mami estão cheias. Já experimentaste ou passaste por alguma destas?

Aventura contada por Mami Pereira no @mamigeographic

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6. Viagem e aventura. Já passei por muito

Lá chegou ela a ir às Filipinas

Lá chegou ela a ir às Filipinas. Foto: Vera Mendes

A vida pode ser cheia de aventuras/experiências (ou então não). Basta sairmos só um bocadinho da nossa zona de conforto, não é? Não temos que ir longe para que algo aconteça, mas quando estamos fora do nosso meio, as coisas podem-se tornar bem interessantes.

A momondo desafiou-me a falar de aventuras/experiências que tive em viagem. Que aventuras/experiências já viveram dignas de se contar? Vou contar algumas das minhas de forma aleatória para que tenham uma pequena ideia. Ora, aqui vai: experenciar os sismos (especialmente de intensidade 7) em Gili T, Indonésia; nadar com tubarões-baleia nas Filipinas; perder os 3 voos internacionais Bali-Lisboa; uma ameaça terrorista numa das ilhas turísticas das Filipinas para onde estava a ir; voar na Lion Air (na Indonésia) dias depois do acidente; atravessar as ruas loucas da Índia; ir ao médico na Índia; tentar atravessar a fronteira entre a Argentina e o Uruguai sem passaporte; passar 16 horas num comboio também na Índia; ver o concerto dos Guns N’ Roses em Jakarta; andar no Sul de Taiwan a comunicar por gestos ou pela aplicação de tradução online; ter que ficar retida uns dias em Praga, porque tinha havido ataque terrorista no aeroporto de Bruxelas, onde ia fazer escala; visitar o castelo e casa do Drácula na Transilvânia; e andar de balão na Capadócia. Chega, não?

De histórias as viagens da Vera estão cheias. Compartilhas alguma ou algo parecido?

Aventura contada por Vera Mendes no @roadtofreedom

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7. A aventura na fronteira Israel-Jordânia

Mesmo na fronteira. Foto: Mário Roldão

Mesmo na fronteira. Foto: Mário Roldão

Uma das vezes que me senti completamente fora da minha zona de conforto foi na fronteira entre Israel e Jordânia. Depois de sair de Israel pela fronteira terreste de Eilat, onde o processo é praticamente todo automático e rápido, como carimbar o passaporte verificação de bagagem e pagar um valor de saída, eis que me dirijo para a entrada da Jordânia que fica a uns 200m.

Não deixa de ser curioso, onde há tanta guerra por disputa de terras, aqui há 200m que não são de ninguém! Após chegar à entrada da Jordânia reparei que o processo era todo complicado e lento. Carimbo para aqui, autorização para acolá… entretanto tenho de ir pagar a entrada no país, “ok, onde está o multibanco (MB) para pagar?”-“Não há, tem de pagar em dinheiro e só notas”.

Naquele momento, deu-me um aperto no coração, sabia que não tinha a totalidade, mas podia ser que o meu colega tivesse. Ele tinha para ele (+-65€) e ainda sobrou 5€ que me deu. Assim, o meu dinheiro todo somado dava cerca de 43€. Virei bolsos, roupa e mochila e nem um cêntimo. Disse ao senhor “desculpe mas não tenho mais, só moedas e mesmo assim…” ele num bom gesto e vendo a minha (nossa) aflição lá aceitou moedas e fiquei com quase 50€ mas ainda faltava. Pensei em pedir ao meu colega para sair e levantar dinheiro, mas o MB mais próximo ficava a 50km. Para voltar a Israel e levantar dinheiro, tinha de pagar a saída e não tínhamos mais dinheiro, ou seja, não tínhamos solução possível.

Eu não sabia o que fazer e tentava explicar isso ao “Sr. Jordão”. Este vendo mesmo a nossa aflição a passar para desespero disse “Estamos na altura do ramadão e eu vou fazer uma boa ação, depois Allah vai dar-me em dobro”. E assim foi, carimbou o documento e lá entramos na Jordânia. Ainda hoje, não sei se ele colocou ou não o dinheiro restante, mas aprendi uma grande lição, andar sempre com dinheiro para situações inesperadas.

Aventura contada por Mário Roldão no Viagem de pés a lés

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8. Uma viagem e aventura inesquecíveis

A nossa caravana de camelos no deserto.

A nossa caravana de camelos no deserto. Foto: Espreitar o Mundo

Uma viagem ao deserto veio quase que por acaso. Nós mencionamos que o melhor seria viajar até ao deserto para uma mudança de cenário e quando eu fiz uma pesquisa e o resultado veio Marrocos, nós não pensamos duas vezes.

Esta aventura não seria a mesma sem o passeio de camelo pelas dunas de Erg Chebbi, porque para chegar ao acampamento de luxo no deserto, precisávamos ir em uma caravana de camelos.

A Andreia queria escolher um dromedário. No entanto, descobrimos que deveria haver alguma empatia entre o animal e a pessoa. O bom, foi que o escolhido foi o dromedário mais engraçado e doce em toda a caravana. A mim calhou-me o mais mal-humorado, então nossa empatia não era das melhores. Por causa disso, eu não conseguia tirar boas fotos com ele, então me concentrei em tirar fotos com o animal fotogênico que Andreia tinha.

Chegámos ao acampamento quando já estava escuro, mas à nossa espera, já estava um belo jantar típico e uma festa com música tradicional. Onde mais poderíamos cantar e dançar a noite toda sem incomodar ninguém? No deserto, claramente.

Esta aventura é até hoje, uma das melhores aventuras que já tivemos. Impressionou-nos e temos saudades dela. Não só pela paz e serenidade que o deserto nos proporcionou, mas também pelo contato com os berberes e sua simplicidade, autenticidade, alegria e simpatia. Eles conquistaram-nos à primeira vista.

Por estas e muitas outras razões, aconselhamos que você experimente esta fantástica aventura. Estará sempre em nossas memórias e pode também ficar na tua.

Aventura contada por Andreia e Marco no Espreitar o Mundo

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9. Susto nas estradas da Índia

Um autocarro escolar na Índia

Um autocarro escolar na Índia. Foto: Viagens 100 Nomes

Quando se anda em viagem não faltam acontecimentos fora do normal que ocorrem com alguma frequência. Não é anormal. Afinal, estamos fora da nossa zona de conforto e mais recetivos a histórias mirabolantes. Esta que vos conto hoje foi um dos momentos mais assustadores que alguma vez tive.

Aconteceu numa viagem de 6 horas, enfiados num carro de uma taxista que só de olhar para ele já se desconfiava das suas capacidades como condutor. Parecia que tinha 15 anos e não falava o mínimo de inglês, algo raro na Índia.

Assim fomos, às 3h da manhã, extremamente cansados, ansiosos por um banco de trás pronto a receber os nossos corpos já pesados.

Mas a viagem estava longe de ser tranquila. O rapaz estava evidentemente cansado. Frequentemente parou para tomar “chai”, bebida com teína para o manter desperto. Às vezes assustava-nos, parando no meio da estrada apenas para molhar a cara. Quando perguntávamos se ele estava bem, respondia como podia. Houve uma altura em que desisti de dormir. Era necessário vigiá-lo.

Relembro que estávamos na Índia. Aqui pode aparecer a qualquer momento uma vaca. Aqui conduz-se pela esquerda e, normalmente, quem faz a ultrapassagem é quem conquista a prioridade na via. Aqui os faróis dos carros estão sempre nos máximos, o que provoca o encadeamento constante. Não sei como conseguem conduzir sob estes aspetos, mas foram estes que, aliados a uma boa dose de cansaço, nos proporcionaram um dos maiores sustos da vida.

De repente, vi um camião a vir na nossa direção, na nossa faixa de rodagem. Eu comecei a gritar e a Ana, meio adormecida assusta-se e começa a bater com a mão na porta e depressa se junta ao meu grito. No entanto (e felizmente), eu tive uma ilusão de ótica. Não vinha nenhum camião e nós éramos os únicos naquela estrada. O rapaz parou o carro e nós, cheios de adrenalina começámos a rir. Ele olhou-nos como loucos e devido ao seu inglês inexistente nunca conseguimos explicar o sucedido. Mas espero que ele quando conte esta história aos amigos se ria tanto como nós.

Aventura contada por Ana e João no Viagens 100 Nomes

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10. Road trip pelos E.U.A.

Uma das vistas durante a viagem

Uma das vistas durante a viagem. Foto: Ana Gil Pires

Quando desafiada pela momondo para falar de experiências no estrangeiro, veio-me logo à lembrança o dia passado entre Flagstaff e Monument Valley, nos E.U.A.. No dia em que decidimos partir do Arizona para Utah, parecia que 172 milhas de distância seriam facilmente ultrapassáveis. Afinal o que seriam 6h de ida e volta num país tão grande como este? Desafiados pela curiosidade, percorremos milhas e milhas em retas completamente isoladas, à exceção de um ou outro camião que se cruzava connosco. Até aí tudo bem, era cedo e Monument Valley revelou-se um dos pontos altos de toda a nossa viagem por 7 estados diferentes. Entre índios e cowboys, estávamos mesmo num cenário digno de Ennio Morricone! O regresso fez-se já era noite cerrada, novamente milhas e milhas sem ver vivalma, o carro na reserva, a rádio que só sintonizava rituais apaches… Uma experiência tão fascinante como aterradora. A América na sua verdadeira essência. Chegámos estoirados, mas faríamos tudo outra vez, é que afinal não fomos só a Monument Valley, fomos mesmo sentir a verdadeira essência americana.

Aventura contada por Ana Gil Pires no @anagilpires

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Para os mais adeptos, nós temos mais dicas de Viagens de Aventura e ainda os 10 Lugares para Visitares em 2019. Caso queiras conhecer melhor os nosso embaixadores, vê as experiências com Choques Culturais que eles já tiveram.
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